quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Uma História Severina

Retirantes, de Cândido Portinari, 1944.

Caros alunos do SEGUNDO ANO, como o combinado na última aula, segue abaixo o documentário "Uma história Severina" e a atividade prometida:


Atividade:

No documentário produzido pela "Imagens Livres" podemos observar como a vida, de pessoas que possivelmente nunca se depararam com uma questão filosófica de maneira formal, podem, mesmo assim, ter seu cotidiano alterado pela influencia dos conceitos; em especifico, neste caso, os conceitos de ser humano.

Considerando a afirmação acima e a temática trabalhada neste terceiro bimestre - a natureza humana ou o que é ser humano - e o documentário  "Uma história severina", faça um comentário explicando e problematizando como os conceitos ou as definições podem  influenciar a vida humana.

Obs: A atividade poderá ser entregue via blog, através do campo de comentários, ou via pessoal, por via da entrega do comentário (em uma folha separada) na próxima quinta (08/09). Caso você decida responder no campo de comentários não se esqueça de logar ou deixar seu nome, número e série.

Bom trabalho.


25 comentários:

  1. O conceito é um padrão (algo que todos devemos seguir), então no caso de Severina o seu conceito seria de não fazer o aborto. Mais se olharmos pelo outro lado o bebê de Severina e encéfalo, ele possui sim a mesma características que nós, mais a partir que ele não possui cérebro ele se torna dependente de sua mãe.
    O conceito da igreja é de não fazer o aborto, pois há uma vida ali, mais aparti que essa "vida" sair de sua mãe, morrera, pois não possui nem a capacidade de respirar sozinho. A partir disso o conceito de não aborta é errado, pois a mãe dessa criança terá que sofre durante uns oito a doze messes para poder tirar seu filho já morto.
    A filosofia influencia nas leis e na forma de pensar da sociedade. Independente de a pessoa ser pobre ou rica ela faz parte da sociedade, em que a filosofia influencia.

    Nome Rogério Dagnon N°: 29 2°B

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  3. Realmente tocante como esta jornalista nos remete à realidade de uma sociedade hipócrita, que impede que mulheres pobres sejam protegidas pelo Estado ao decidirem sobre seu desejo de realizar um aborto ou de interromper uma gestação anencéfala. Felizmente, já podemos ver pessoas de mentes abertas levando tais discussões à tona. A nossa sociedade é egoísta vivem pensando neles , e não nas pessoas .
    Nome : Anna Carolina Pinheiro Prado nº 3 2ºMB

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  4. Uma História Severina mostra o sofrimento de mulheres usuárias da rede pública hospitalar na busca de direitos, tais como: à saúde, à liberdade, à preservação da autonomia da vontade, e acima de tudo, à dignidade da pessoa humana.
    Que Justiça é essa que obriga uma mulher a sentir por meses um coração que só baterá enquanto estiver dentro dela? Que lhe condena a sofrer as dores do parto de um filho morto e lhe oferece, em vez de suporte e compaixão, o atestado de óbito? Isso eu não pretendo entender.
    Nome: Kézia Caroliny Ferreira nº23 2ºB

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  5. Izabela Sampaio N°16 2°B6 de setembro de 2011 às 23:45

    Uma História Severina conta a história de sofrimento e tortura de uma mulher em busca da permissão para intorromper uma gravidez de feto com má formação(anencefálico).Ela se encontra em um meio à discussões contrárias e se perde por não possuir uma opinião formada.Temos que ver isso com os olhos de pessoas racionais, deixando de lado opiniões emocionais e religiosas. Pois isso se trata de uma vida impossivél onde não é possivél que o bebe sobreviva.Então porque prolongar o sofrimento de uma mãe quando o feto sequer vai poder ter uma vida?Acho que nesse caso a melhor opção seria a interrupção da gravidez pois precisamos pensar no sofrimento e risco fisico e mental da mãe.

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  6. Ellen Karina Nº 10 2º MB

    Nós somos vitimas da sociedade,e muitas vezes da justiça,o aborto é algo punivel, nao autorizado a se fazer, no caso de severina o feto era encefálico e quando nacesse não poderia viver na sociedade, porque não teria cerebro,o que o faria morrer quando nacesse,o aborto no caso de severina acredito que não poderia ser punido, porque fez com que a mãe do feto,sofresse carregando um filho no qual não poderia viver,a justiça não a autorizou fazer o aborto e a mãe carregou o filho até nascer e morrer, a sociedade ipócrita muitas vezes nos puni por algo do qual não temos culpa.

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  7. Samanta Comar nº30 - 2ºB8 de setembro de 2011 às 00:05

    Os conceitos filosóficos sobre ser ou não ser humano está sempre em controversa. A questão da natureza humana nos faz interpretar nossa origem e a partir de que ponto somos considerados humanos.
    Em Uma História Severina tem-se essa questão ao decorrer da gravidez, onde a vida dessas pessoas foi totalmente transformada. Normalmente as pessoas não têm conhecimento de tais conceitos, e, hoje em dia, a maioria das coisas são baseadas neles.
    Com isso notamos o quanto os conceitos filosóficos pode interferir e influenciar na vida das pessoas, sejam em classes humildes desprovidas desse conhecimento, ou em outras.
    Pela controversa dos conceitos, acredito que mesmo tendo coração e características físicas, o feto não seria completamente humano, pois o que o faz sobreviver com independência é o cérebro, e como ele é anencéfalo só seria um ser vivo no período em que sua mãe estivesse gestando-o, dependendo completamente dela. Portanto, não vejo um por quê de não autorizar o aborto, pois o mesmo deve ser feito sim e nos primeiros meses, por que como no caso de Severina em que o bebê nasceu já depois de um longo período de gestação, houve maior sofrimento emocional por parte da mãe vendo seu filho nascer já formado e morto.

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  8. Os conceitos vem ao longo da historia fazendo grande influencia na humanidade.
    Como no caso da Severina, o bebê dela era anencéfalo, então, ao continuar iria apenas prolongar seu sofrimento, pois já é certo de que o bebê iria nascer morto.
    Isso só continuou pois a influencia da igreja diz que o aborto é algo errado, pois havia uma vida em seu ventre.

    Leonardo Alexandre Nº16 2ºA

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  9. Uma história Severina , relata oque muitas mulheres de renda muito baixa passam hoje . Todos nós somos tocados quando vemos a história dessa criança e dessa familia , a criança é anencéfalo , como pode uma pessoa não permitir que seja feito um aborto desse , sendo que todos sabemos a criança não ira sobreviver ! Como a mãe da criança mesmo diz ela só ouve o coração da criança bater , é querer ver mais o sofrimento desta familia , não deixando este aborto ser feito ; pois eles sabem que logo quando a criança nasce-se ela já estaria morta .

    Marcelle Loureiro Plinio nº20 2ªMA

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  10. André Felipe nº 02 2º MB8 de setembro de 2011 às 18:23

    Muitas mulheres com renda baixa, sem conhecimento algum sobre questões filosóficas, as vezes se encontram em situações muito dificeis.
    Mulheres como Severina, de conhecimento quase nulo, encontram seu único conforto na Igreja, fazendo-a questionar e sofrer sobre sua decisão de abortar uma criança, no momento em que se defronta com questões sociais e religiosas, impedindo-a de fazê-lo.
    A racionalidade é então, necessária para resolução deste problema, sendo necessário descartar a opinião religiosa para um problema tão sério, que, no caso de Severina, encontra seu problema na gestação de uma criança anencéfala.
    Porém, como decidir prosseguir com a decisão de aborto, quando tanto religião quanto sociedade lhe impedem de fazê-lo? A racionalidade precisa então ser levada em conta, colocando-a em primeiro lugar, fazendo aquilo que se julga certo.
    No caso da criança anencéfala, que não chega nem mesmo a ser humana, o melhor a se fazer é interromper a gestação, para poupar o sofrimento mental e físico da mãe, sendo imoral a continuação da gestação, pois a criança nascerá já morta.

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  11. Este documentário relata que mulheres de classe baixa são tratadas com indiferença. Mesmo sabendo que o bebê anencéfalo não sobreviveria, o governo discute sobre fazer ou não fazer o aborto ou a indução do parto.
    A discussão girava em torno do bebê ser humano ou não, pois, mesmo tendo batimentos cardíacos, ele não chegaria a ter um vida após o nascimento.
    Severina recorre a igreja sem saber mais o que fazer, tentando encontrar a resposta em Deus. Ela então resolve que seria melhor interromper a gravidez, pois mesmo sendo pecado perante a igreja era o melhor naquele momento.
    O governo por sua vez, esta em discussão sobre o assunto e não libera a indução do parto de Severina. Isto deixa Severina mais prejudicada com a situação pois cada vez mais se sente próxima de seu filho.


    Caren Cristina Cassiolato nº 05 2ºMB

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  12. Uma História Severina, uma mulher pobre e sem condições financeiras que precisou de ajuda por que queria fazer um aborto, a criança era anencéfala não iria sobreviver. Quando ela foi procurar a igreja, recebeu críticas a igreja não aceitou o aborto, a "justiça apoiava" até então, quando no seu quarto mês de gestação teve uma surpresa, a liminar do aborto foi cassada. Aconteceu que Severina sofreu a dor do parto e a dor do filho morto.
    Os conceitos da justiça e da igreja não se importaram com Severina, eles queriam o ético, mais não o bem estar dela e de sua família. E por isso ela sofreu, sofreu como várias outras Severinas desconhecidas, que possuem renda baixa e que tem apenas saúde pública como "garantia pra poder viver ".

    Ritielly Gouvêa Melo nº29 2ºA

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  13. franck willians nº 13 2° MB8 de setembro de 2011 às 19:16

    pelo fato de a criança ser anencéfala ela nao chega a ser um ser humano normal e por isso o aborto foi o melhor a se fazer, a igreja pode ser contra o aborto mas nesse caso nao tinha mais nada para ser feito [LAMENTAVEL]

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  14. Uma história severina é a realidade de muitas mulheres que sofrem com a questão do aborto por depender da unidade pública de saúde.
    Bom, eu nao concordo com o aborto, mas no caso de um bebe anencéfalos o Estado deve liberar, então será conforme a vontade de mãe desse bebe.
    Infelizmente vivemos em uma sociedade onde as pessoas na maioria das vezes são ignorantes, e tornam um bebe anencéfalos, como se ele nao fosse humano, o veem de outra forma. Pois acho isso muito ignorante, como existe pessoas sem um braço ou sem uma perna, existe um bebe sem a massa cerebral.
    Acho que a decisão de fazer um aborto só cabe aos pais dessa criança, a mãe concerteza sabe o que é melhor tanto pra ela como para seu filho.

    Débora A. F. Cardoso nº7 2ºMB

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  15. Karem da Silva Alves Nº11 2ºMA

    Relata o sofrimenro de uma mulher de classe inferior que luta na justiça para induzir o parto de uma criança anencéfala que apesar de ter batimentos cardíacos não sobreviveria após o parto.Diante dessa situação o único lugar onde ela se sente á vontade é na igreja,onde pede forças á Deus.
    Severina sente muito medo e angústia,pois sabe que carrega em seu ventre uma criança que apesar de todo amor não sobreviverá e está decidida a fazer o aborto,mais tudo está nas mãos da justiça que depois de várias discuções acaba liberando.E ela ve o rosto do bebê pela primeira e única vez na sua vida !
    A sociedade muitas vezes é muito injusta e só pensa em seu bem estar e não no sofrimento dos outros como no caso se Severina.

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  16. Caroline Ferreira de Oliveira nº6 2ºMB

    Uma história Severia mostra o drama de uma mulher pobre que tinha em seu ventre uma criança encéfala, isso só lhe trazia tristezas pois ela sabia que carregaria nove meses a criança e quando ela nascesse ela morreria.
    Os juízes e a igreja que eram contra o aborto deveriam se colocar no lugar dela e jamais proibir o aborto, porque eu não sou a favor do aborto, mais isso quando a pessoa aborta "por nada", mas quando é estupro e esse caso, a pessoa não escolheu que fosse assim, então é justo fazerem o aborto, porque esperar a criança nascer só irá fazer os pais delas sofrerem mais, pois elas vão ver a criança e vão amar, porque anencéfala ou não anencéfala é filho, foi gerada deles!

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  17. Quando somos submetidos à algumas situações que não esta em nossos costumes ou não é muito comum em nossa sociedade, ha varias repreensões quanto a decisão que iremos tomar para resolve-la. O caso do aborto de uma criança anencéfala entra nesse contexto. Quando falamos em Aborto tanto a Igreja como até mesmo a sociedade é contra, mesmo a criança sendo anencéfala, ou seja, uma criança que não ira ter condições de sobreviver ao mundo, porque isto esta em nosso costumes, em nossa 'filosofia' de vida, nós crescemos ouvindo que é errado e levamos isso para a nossa vida adulta. Mas e o sofrimento que a mãe terá? Carregando um filho por nove meses em sua barriga e depois ele nascer morto. O aborto é errado sim, mas quando é um aborto sem motivo maior,

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  18. Luana Soares nº 18 2mA8 de setembro de 2011 às 22:39

    Nossa vida se baseia em conceitos, na maioria das vezes, conceitos que nos impõe e que seguimos cegamente sem ao menos saber o porquê (e nunca nos questionamos!)
    Uma História Severina, mostra aquilo que deve ocorrer diversas vezes por esse país, mas que está oculto. E no vídeo pude notar que sempre a família de Severina, estava conformada com a situação... Afinal, foi Deus quem quis assim, tudo se tornou normal, pois, eu fiz algo muito errado que Deus resolveu me castigar. Imagine que se, a religião não influenciasse essa família e sim a mitologia viking, seria: " tenho um filho encéfalo porque Thor ficou muito magoado porque eu comi a vaca que seria uma refeição dele'' exemplo.
    Creio eu, que a natureza seja nosso modo de agir e pensar e isso fica em evidência no vídeo. Tudo se torna normal a partir das idéias que você siga!

    obs: desculpa se ficou meio confuso, cheguei agora pouco do trabalho (são 22:24) e estou morrendo de sono.

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  19. Relata de uma história Severina, uma família pobre onde a mãe fica gravida de uma criança anencéfala e sabe que quando seu filho nascer ele nascera morto. Mas a igreja não permitiu o aborto. Mas saber que a criança vai nascer morta, e não permitir o aborto , eu acho que nesse caso seria um caso 'certo' para o aborto. Nem a criança e nem a mãe iria sofrer tanto.

    Juliana Esteves Rolim n° 10 2MA

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  21. João Vitor O. Garrido N°18 2°B8 de setembro de 2011 às 23:34

    O vídeo vem com o intuito de chocar e esclarecer.É difícil pra nós homens,e a igreja (também liderada por homens) decidirmos o futuro de uma mulher dando a ela o direito ou não de interromper uma gravidez de um feto anencéfalo.
    Cabe a Mãe e somente ela decidir prosseguir ou não com uma tentativa já frustrada de constituir uma vida.No caso de Severina a verdadeira fatalidade é o fato do feto ser anencefálico, e não o do que seria caso o aborto acontecesse.Como isso não ocorreu, Severina foi somente mais uma vítima da saúde publica e das contradições políticas brasileiras, que só prolongaram o sofrimento e a tortura pra essa pobre mãe.

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  22. Bianca G. Murari N°04 2°B8 de setembro de 2011 às 23:40

    A tortura psicológica e física que Severina sofreu e talvez sofra até hoje não justifica nenhum dos caprichos da igreja.Antes de uma decisão dessas teríamos que por nossos conceitos religiosos e emocionais num canto e agirmos para o bem das pessoas envolvidas na situação (Severina e seu filho). Porque prolongarmos o sofrimento de uma mãe por nove meses sabendo que ao nascer seu filho já estará morto. Os juízes chegaram a alegar que Severina não era ‘Dona’ do próprio corpo, e por isso não poderia decidir como proceder, porém se Severina não puder decidir o melhor pra ela e para seu filho quem poderá decidir?

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  23. De maneira geral, os conceitos regem a nossa existência e são comuns a todos os povos, culturas e religiões. Quem age diferente dos conceitos da sociedade acaba sendo punido, e sofre todas as conseqüências.
    Diferente dos conceitos, os valores são pessoais, e acima de tudo, contestáveis, portanto, em geral, dependem basicamente da cultura relacionada com o ambiente onde estamos inseridos. O que vale para você pode não necessariamente pode não valer para os demais indivíduos que convivem com você. Sua aplicação pode ou não ser ética e depende muito do caráter ou da personalidade da pessoa que os adota.
    No documentário "Uma história Severina", nota se mesmo que sendo regidos pelos conceitos do catolicismo, percebemos que Severina mesmo sabendo que sua religião é contra o aborto, ela prefere zelar pela criança com anencefalia– segundo seus valores- abortando a antes que nascesse. Essa comparação não define o certo e o errado. Ela apenas levanta uma questão interessante sobre o conceito e valores, que depende do ponto de vista de cada cultura ou de cada pessoa, em particular. Na prática, é muito mais simples ater-se aos valores do que aos conceitos. Os valores completamente equivocados da nossa sociedade estão na ordem do dia, infelizmente.
    Adhonay E. A. de Jesus N°1 2°MA

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  24. Uma história de Severina mostra o drama de uma mulher que está gravida de um filho anencéfalo. E que sem saber o que fazer ela tenta encontrar a sua resposta indo a Igreja, e quando ela foi a Igreja ela recebeu críticas, porque a igreja era contra pois de qualquer maneira havia uma vida ali.
    Mas no final ela acaba tendo essa criança e com isso acaba sofrendo a dor do parto e mais ainda a dor da morte de seu filho.

    NOME:Juliana Ferreira da Silva Nº19 2ºB

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  25. @McGenipo (segue ae galerinha)
    Agora presta atenção no Rap do Genipo

    A verdade é uma ilusão
    Isso é uma teoria
    Presta atenção no que eu digo
    Porque isso é Filosofia

    . . .

    Meu esporte favorito
    É filosofar com os amigos
    E pra finalizar
    Esse é o rap do Genipo

    Foi feito com carinho, portanto, meu caro professor, não exclua.

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